Victória e Avante – Jacareí foi a Terra das Meias

Memória Comercial | Um comentário

Fábrica de Meias Victória

A Fábrica de Meias Victória originou-se em 1920 na Avenida Carlos Porto bem em frente à antiga Rua Sete de Abril (atual Vicente Scherma). Fundada por Jorge Madid, mudou-se em 1928 para a rua que leva agora o nome de seu fundador.

Operários da Fábrica de Meias Victória

Posteriormente, propriedade da Família Mogames, foi chamada de Meias Avante.

Fábrica de Meias Avante

Com a desativação progressiva da fábrica, parte dela foi utilizada para instalação de bares, como o Vitória e posteriormente a Maranello Pizzaria.

Bar Vitória

Em 2012 todo o complexo foi demolido para a construção de edifícios residenciais.

Terreno que abrigou os prédios das antigas fábricas.

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Fábrica de Meias Cidinha

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O prédio da Fábrica de Meias Cidinha - Foto de 1944

O proprietário Chiquito Bueno deu o nome à fábrica em homenagem a sua sobrinha Cidinha Jordão. Localizada na Rua Sete de Abril (atual Vicente Scherma) ainda hoje tem o mesmo visual e abriga a Fábrica de Tintas Castelo, propriedade de Harold Barnsley Holland.

O mesmo prédio abriga hoje a Fábrica de Tintas Castelo

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Fábrica de Meias Filhinha

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Prédio da fábrica na Rua Floriano Peixoto

A Companhia de Tecidos de Malha Filhinha foi fundada em 1906 por João Ferraz que homenageou sua filha Isolina. Esta indústria foi depois vendida para o grego Eustáquio Patonas, posteriormente para Wadi Pedro & Irmãos e também pertenceu a Societé Financière de São Paulo funcionando até a década de 1930. A fábrica manufaturava tecidos de malha de toda espécie e também camisas de algodão, entretanto sua principal atividade era a produção de meias cujo destino era principalmente o Rio de Janeiro. Contou a indústria com aproximadamente 180 empregados, entre homens, mulheres e crianças que operavam máquinas de procedência alemã e manuseavam algodão importado. Durante certo período teve como mecânico-chefe o alemão Augusto Fritz...

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Cotonifício Scuracchio

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A Fábrica de Meias Elvira assim como a Fábrica de Meias Alice foi um empreendimento do português Manoel Lopes Leal. Construída em 1915, recebeu o nome de sua filha mais velha, Elvira, e estava localizada na Rua do Meio com fundos para a Rua do Carmo (atuais Rui Barbosa e Pompílio Mercadante).

O Cotonifício, mais conhecido como Manchester

Após o fechamento desta fábrica, o prédio foi vendido para o Cotonifício Scuracchio, apelidada Manchester, que produzia casimiras (tipo de tecido). Na década de 1940 a fábrica transferiu-se para São Paulo, ficando o prédio abandonado por vários anos.

Na década de 1950 no local foi instalada a “Imbasa” que pretendia competir com a Johnson. Após seu fechamento, em 1964 o prédio foi transformado em Estação Rodoviária e mercado.

A rodo...

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Casa Maria Toledo

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Na esquina, o terreno após a demolição do prédio de taipa

Neste terreno de esquina localizado no conhecido “Quatro Cantos”, local onde hoje está instalada uma agência de automóveis, existia um casarão demolido por volta de 1948. Aquele sobrado de características coloniais portuguesas, feito de taipa, abrigou no início do século XX a primeira fábrica de macarrão do Vale do Paraíba, propriedade de Luigi Lencioni, imigrante vindo da cidade italiana de Luca. Tal pastifício tornou-se depois a empresa “Irmãos Lencioni”, comandada pelos filhos do fundador. Com a demolição do antigo casarão, foi construído no local um prédio de estilo moderno que passou a abrigar a Casa Maria Toledo, um armazém que anteriormente estava instalado onde é hoje a Padaria Paris e que concorr...

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Fábrica de Meias Alice

Memória Comercial | 2 comentários

Construção da Fábrica de Meias Alice

A fábrica foi um empreendimento do português Manoel Lopes Leal que já era proprietário da Fábrica de Meias Elvira.

Localizada na Rua Barão de Jacareí, em seus fundos havia um campo de futebol onde os operários da fábrica Elvira jogavam futebol. Era 1920 e ali nascia o Esporte Clube Elvira.

Campo do Elvira em 1933

O prédio posteriormente abrigou a Manufatura de Tapetes Santa Helena.

Prédio da Manufactura de Tapetes Santa Helena

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Casa Zonzini

Memória Comercial | Um comentário

Casa Zonzini

O prédio original, de taipa e estilo colonial, em 1927 abrigou um armazém de secos e molhados chamada “Casa Zonzini”. Antes no local funcionou até um cinema, o Cine Bijou do Sr.Perreti. O proprietário da casa comercial, Sr. Rinaldo Zonzini, teve uma numerosa prole de 21 filhos. Vivos restaram 10 que curiosamente receberam nomes de locais da América: Bolívia, Brasil, México, Américo, Nova York, Montevideo, Chile, Colombia, Rio Grande e Paraguai.

No mesmo local. em 1950,  foi construído um novo prédio onde foi instalada a Farmácia do Joel Barreto, atual Drogaquinze.

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Trianon Clube

Cantos e Recantos | Não há comentários

 

Primeira sede do Trianon Clube

Nesta casa, na Rua José Bonifácio n° 91, o Trianon Clube nasceu em 14/12/1934. Alguns anos antes, o Grêmio Literário havia encerrado suas atividades na Rua Antonio Afonso e desta forma, criou-se o Trianon para promover bailes, reuniões de casais e carteados.

O clube peregrinou por vários locais: na casa acima, na Rua Antonio Afonso, na Praça Conde Frontin (onde está o Elvira) e finalmente em 1940 mudou-se para o prédio na Rua Alfredo Schurig onde esteve instalado o Clube Esperança. Este mesmo prédio, em 1933, havia sido vendido para um comerciante de móveis chamado Gregório Kotler, judeu que ali fez funcionar o Cine Paratodos que competia com o Cine Rio Branco.

O Trianon teve vários presidentes, entre eles Biagino Chieffi, proprietário da Fáb...

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E o trem chegou…

História da Cidade | Um comentário

A Estrada de Ferro do Norte começou a ser construída em 1869, partindo de São Paulo. Era financiada por capitalistas e fazendeiros, entre eles João da Costa Gomes Leitão, cafeicultor de Jacareí. Em 1876 a estrada chegou à Jacareí, período em que foi construída a primeira estação e no ano seguinte alcançou a Estrada de Ferro Dom Pedro II, empresa estatal, que saia do Rio de Janeiro com destino a Serra do Mar. As estradas ficavam separadas pelo Rio Paraíba e a travessia era feita por balsas. Após a Proclamação da República, com a construção de uma ponte e igualando-se as bitolas, as vias férreas foram unificadas criando a Central do Brasil.

A primeira estação de Jacareí

As bitolas da Estrada Dom Pedro II mediam 1,60 m e as da Estrada do Norte 1,00 m...

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O cartório do Juca

Prédios Históricos | Não há comentários

O Cartório de Imóveis no Largo do Rosário

CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS – Oriundo do século XIX, o casarão foi adquirido no final da década de 1920 por José Rodrigues de Azevedo Chaves, Juca Azevedo, oficial do cartório desde 1921, que além do próprio cartório ali estabeleceu sua residência com Dona Rafaela e filhos. O cartório existia na cidade desde 1866, sendo oficial, primeiramente, o serventuário público José Leme da Silva Ramalho. Juca Azevedo esteve à frente do cartório até 1945 quando passou o cargo para seu filho Azênio de Azevedo Chaves que ficou até 1958 quando passou às mãos de José Pereira de Andrade (Jucão). Atualmente, o cartório é capitaneado por Edson de Oliveira Andrade.

Após a demolição em 1969, ali foi levantado o primeiro prédio de apart...

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